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Libido feminina e aspectos hormonais

By Luana Barbosa 3 anos agoNo Comments

Dia dos namorados chegando e a nossa doc do Espaço Unique,  Dra Rafaela Braz, médica nutróloga e ginecologista, fez um post sobre sobre um assunto muito bacana e recorrente em consultório, a tal da queda de libido nas mulheres.

Leia e mostre para suas amigas, elas também precisam saber!!

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🌹A libido feminina está relacionada à diversos fatores – comportamentais, neurais e hormonais. Atualmente, uma das principais queixas em consultórios ginecológicos é sobre a diminuição da libido e, em parte, isso se deve a uma maior liberdade de expressão, na qual as mulheres se sentem muito mais confortáveis em falar sobre sua sexualidade no consultório médico.

Vários neurotransmissores, peptídeos e hormônios modulam o desejo e a excitação subjetiva. Noradrenalina, dopamina, ocitocina e serotonina são neurotransmissores e peptídeos que modulados pelos hormônios sexuais testosterona e estradiol, estão associados à libido feminina.

Em mulheres jovens, os ovários são responsáveis por cerca de 50% da produção de testosterona. Os demais 50% vêm do pró-hormonio SDHEA, produzido na supra-renal

Sabe-se que a perda repentina da produção de testosterona pode resultar em uma síndrome sexual na qual nenhum dos estímulos sexuais previamente eficazes – mental, visual, toque não genital, toque genital, intercurso sexual – consegue provocar excitamento. Medicamentos que diminuem os níveis de testosterona – pílulas anticoncepcionais, diuréticos antiandrogênicos, anticonvulsivantes – podem estar relacionados à queda da libido.

Além da testosterona, o estrogênio também é muito importante para a função e libido. Baixos níveis de estrogênio, como ocorre na menopausa, são responsáveis por lubrificação reduzida em resposta à estimulação sexual, aumento do pH vaginal predispondo à infecções, que, por sua vez minam a auto-confiança sexual das mulheres, além de diminuir a sensibilidade vulvar. ⚘Vale lembrar que, fatores como atitudes para o sexo, sentimentos pelo parceiro, experiências sexuais anteriores, duração do relacionamento e saúde mental e emocional modula mais intensamente o desejo e a excitabilidade do que os fatores biológicos.

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